terça-feira, 8 de julho de 2008

1ª Seção - VERDADEIRAMENTE ESCRAVA

Ele chegou, eu O enxerguei e baixei meu olhar.Ele me abraçou, e cuidadosamente me aninhei em seu peito, demonstrando minha obediência, meu contentamento em tê-lo perto de mim naquele instante.Puxou meu rosto e me perguntou se algo havia acontecido, respondi bem baixinho que não.De mãos dadas seguimos pela rua.
Meu corpo ainda tremia, eu ainda tinha medo da tal “conversa” que teríamos.Ele ria e contava-me sobre seu dia, eu sorria para Ele, e calada O ouvia com atenção.Ele então me perguntou: “Aonde nós vamos?”, e eu respondi, “Aonde o Senhor desejar ir”.Ele sorriu, e disse que iríamos a um lugar conhecido.
Pegamos um táxi, e Ele me cobriu de beijos e carinhos por todo o caminho, e eu não sabia o que pensar, e claro, aceitava seus beijos cheia de felicidade, mas minhas mãos tremiam entre as Dele.Chegamos ao Motel, e assim que fechei a porta, Ele me agarrou e me beijou cheio de paixão, um beijo cheio de carinho, num abraço que me deixou quase sem fôlego.
Ele tirou minha blusa, admirou meu conjuntinho preto, que eu havia posto especialmente para Ele, e sorriu.Eu tirei a camisa Dele, beijei seu pescoço e ombros, Ele me segurou pelos cabelos e me conduziu até a cama, deitando sobre mim e me fazendo carinho.Beijou meus seios, apertava-os, eu gemia, e me perguntava: “E o castigo?”.
Já havíamos transado uma vez, mas foi mais um reconhecimento de território, um teste para saber se o produto adquirido estava a contento.Eu era o produto, e meu Senhor me aprovou.Agora, começava a verdadeira utilização do que foi adquirido.
Ele se levantou, tirou toda a roupa, a dele a e minha. Me deixou estirada na cama, inteira entregue a Ele, andou ao redor da cama me observando, eu olhava para ele com um certo medo. Então me disse: “1ª lição: aprender a chupar seu macho”.E se posicionou na beirada da cama.Engatinhei para onde Ele estava e comecei o serviço.
Ele então se sentou na cama, e disse para eu me ajoelhar diante Dele rapidamente.Eu o fiz, e chupei-O com mais intensidade. Ele forçava seu membro ereto na minha garganta, me engasgando.Chupei suas bolas, e Ele gemia alto, e que prazer eu tinha em ouvi-Lo gemer!
Meu Dono, meu Macho, eu era sua cadela.Ele vez por outra me puxava pelos cabelos e me dava tapas, mostrando o que eu era: sua puta.
Me pôs de quatro na cama, e me enrabou bem gostoso, foi a segunda vez que Ele comeu meu cuzinho, que ainda esta bem apertadinho, e nossa, eu quase gozei.Mas Ele não deixou, me virou de frente e perguntou onde estava a surpresa que eu havia prometido.Sai da cama e fui até a minha bolsa, não podia conter o sorriso em meus lábios, eu sentia que meu Senhor ia gostar dos seus presentes.
Engatinhei até onde Ele havia se sentado.Entreguei-lhe a caixinha com seus mimos que eu havia feito a mão (uma mordaça, fitas de seda, chicote de corda, penas, e etc), ele a abriu e sorriu, meu Dono havia gostado, curvei minha cabeça a Ele, esfreguei meu rosto nas suas pernas, feliz por tê-lo agradado.Ele me acariciou os cabelos e puxou-os, me fazendo olhar para ele, e perguntou: “Quer brincar quer?”.
Ah, que pergunta mais perfeita, meu Senhor é tão bom comigo!Eu disse que sim, implorei com o olhar, Ele entendeu, pegou a mordaça que eu fiz e a pôs em mim.Cuidadosamente me amarrou com uma das fitas, e com a outra me vendou. Ordenou-me que levantasse e fosse para a cama, obedeci.
Subi na cama, respiração ofegante, baixei minha cabeça e esperei meu Senhor. Mãos nas amarradas nas cotas, amordaçada e devidamente vendada. Ele me observava, eu sentia.
Foi quando de sua boca, eu ouvi o que tanto havia esperado ouvir: “Uma escrava, uma verdadeira escrava! Perfeita!”. Ah, meu contentamento como serva, só eu sei o quão feliz eu fiquei, quase chorei, meu Senhor estava contente, e eu mais contente ainda porque naquele instante eu havia VERDADEIRAMENTE me tornado uma escrava submissa às vontades do meu Senhor.
Ele fez o que quis comigo, me jogou no chão, me usou, pisou em mim, me fudeu, me humilhou, ah e me permitiu gozar, nossa, foi tão perfeito!Eu o servi como boa escrava, calada, falando quando questionada, sem reclamações, sem restrições.
Cansada, ofegante, suada, melada de seu gozo (que não foi pouco), Ele me observou, deitando ao meu lado. Senti um olhar diferente sobre mim, mas tinha medo de encara-lo.Ele perguntou com uma voz não mais autoritária, mas cheia de carinho, se eu estava cansada, eu olhei rapidamente para Ele, e disse que sim.Supliquei com meu olhar um pouco de descanso, meu Senhor entendeu e me perguntou se eu, sua serva, estava satisfeita.Mas que pergunta mais louca meu Senhor, eu pensei, e respondi: “Meu Senhor, o Senhor está satisfeito?”, e Ele sorriu e disse: “Sim,muito!”, e eu disse com um leve sorriso cheio de cansaço: “Então eu também estou”.
Ele continuou me olhando, mais meu olhar era baixo, eu estava esgotada.Minhas mãos doíam, meus pulsos doíam.Ele então me disse para descansar.E ficou ali, me olhando.
Até agora não sei o significado daquele olhar, um olhar sereno, e me pergunto se meu Amo gosta realmente de mim.Ah seria um sonho, pois o que sinto pelo meu Senhor, vai além da servidão, além da submissão. Ele sabe, eu não consigo esconder.
Não quero que Ele enfraqueça comigo, acredito que se um dia Ele gostar de mim, me usará com mais fervor, pois sabe que sou Dele, independente de qualquer coisa.Sou Dele!
Implorei para Ele me desamarrar, e pedi para tomar banho.Ele disse que ia primeiro, e me desamarrou. Fiquei na cama sem me mexer, tentando reaver o controle sobre meu corpo.
Assim que Ele saiu do banho, levantei-me ainda tonta, sem equilíbrio, e me dirigi ao banho.Tudo o meu corpo dolorido, mas era uma dor gostosa, só uma escrava sabe o sabor dessa dor.
Aquela tarde havia sido foi maravilhosa, e é por momentos como o que se seguiu que eu amo servir ao meu Mestre, é por isso que eu me orgulho em ser sua serva.
Eu sai do banho, me deitei com ele, e como qualquer casal baunilha nos abraçamos e nos beijamos, e começamos a conversar, é a nossa rotina, nosso jeito.Sorri para Ele e perguntei: “Senhor, pensei que ia receber um castigo, pois ontem o Senhor pareceu estar com tanta raiva de minhas atitudes.Me disse que hoje iríamos conversar, e eu pensei: iihh..tô fudida!
Ele riu e me olhou com aquele olhar maroto, cheio de sadismo.
- Ué...e você não tá?- disse rindo e beijando meus seios.
Risos, tantos risos.Nunca vou esquecer.Ele e o sadismo Dele me fazendo sofrer, temê-lo e deseja-lo avidamente.Ah sou tão feliz com meu Dono.Ele faz da minha escravidão a entrega mais doce e mais cruel, me maltrata e me afaga, sabe exatamente até onde vão os meus LIMITES e os meus "limites", e sabe rompê-los quando necessário.Ah, meu Amo, como sou feliz sendo SUA escrava.Só eu sei!

2 comentários:

Lua disse...

lindo post...

adorei como brincou com as palavras ao descrever vc e seu Sr.
beijinhos...Lua.

B.ENDIABRADA disse...

Lindo, simples, honesto...ameiiiiiii...se quiser ser minha amiga, também sou nova nesse universo e gostaria d compartilhar experiências e ter alguém pra conversar...B.Endiabrada